Os primeiros estudos a cerca
do conforto térmico datam do início do século passado.
Esses estudos tinham o objetivo principal de avaliar de que maneira as
condições termohigrógrafas afetavam o rendimento do
trabalho. As condições de conforto térmico são
função da atividade desenvolvida pelo indivíduo, da
sua vestimenta e das variáveis ambientais que proporcionam as trocas
de calor entre o corpo e o ambiente. Assim, os índices de conforto
térmico procuram englobar, em um único parâmetro, diversas
variáveis.
Classificação dos
índices de conforto
Estes índices foram
desenvolvidos com base em diferentes aspectos do conforto e podem ser classificados
como a seguir:
índices biofisicos - baseiam-se nas trocas de calor entre o corpo e o ambiente, correlacionando os elementos do conforto com as trocas de calor que dão origem a esses elementos;
índices fisiológicos - baseiam-se nas reações fisiológicas originadas por condições conhecidas de temperatura seca do ar, temperatura radiante média, umidade do ar e velocidade do vento;
índices subjetivos - baseiam-se nas sensações subjetivas de conforto experimentadas em condições em que os elementos de conforto térmico variam.